Terceirização em Fintechs e outros segmentos disruptivos: é viável?

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Falar sobre a terceirização em fintechs e outros segmentos disruptivos, especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento de soluções, ainda parece um certo tabu. Uma grande parte do mercado ainda confunde partes fundamentais do conceito, e pensa que uma solução tecnológica tem seu foco no desenvolvimento e na aplicação em si, quando na verdade o foco é a ideia transformadora que ele tem a oferecer.

De forma geral, fala-se que “tudo pode ser desenvolvido”. Em outras palavras, o que tem valor e gera resultado é o potencial de inovação e transformação de uma solução, e isso não é algo inventado magicamente pelos programadores. Pelo contrário: precisa ser criado, nutrido, criticado e, só então, transformado em tecnologia, por meio da tradução da ideia em funcionalidade.

Neste artigo, vamos discutir um pouco sobre a questão da terceirização em fintechs e outros segmentos disruptivos que estão em franco crescimento no mercado. Confira:

Entendendo a diferença entre o cerne do negócio e a tecnologia

Este é o ponto fundamental a ser abordado na discussão sobre a terceirização em Fintechs. O que torna seu negócio o seu negócio: aquilo que ele tem a oferecer de único, ou a tecnologia que torna isso viável?

Só existe uma resposta para essa pergunta, que é a primeira opção. Seu negócio é consolidado pela ideia que o faz existir. O meio onde ele será publicado, a linguagem de programação utilizada e as funções utilizadas para colocar essa ideia na prática são a forma, mas não o cerne da ideia. Isso tudo pode ser trocado sem alterar a empresa, ao passo que a mudança do conceito altera completamente aquilo que é oferecido.

Neste sentido, o uso de terceirização para Fintechs e outros segmentos disruptivos é uma ferramenta para colocar a ideia em prática!

Vantagens e desvantagens da terceirização em fintechs

O uso de terceirização em fintechs apresenta uma série de características que podem ser benéficas ou não, a depender da prioridade da empresa.

Entre as principais vantagens comuns, destacam-se:

  • Não necessidade de contratar e construir time de desenvolvimento: nada de selecionar, entrevistar, contratar e treinar para começar o trabalho!
  • Custo exclusivo das horas de desenvolvimento: com a terceirização, você só paga por aquilo que pedir, sem os custos típicos de manter uma equipe internamente.
  • Possibilidade de aumentar e reduzir demandas: na terceirização, momentos de aumento de demanda não significam horas-extra, e a redução de demandas não significa ociosidade paga. Tudo se ajusta de acordo com a sua necessidade!

Do outro lado, é claro, também existem as desvantagens. Entre elas, destacam-se:

  • Necessidade de repassar com eficiência as ideias internas para a equipe de desenvolvimento: o que rege uma relação de sucesso com uma empresa terceirizada é a clareza ao solicitar cada demanda. Isso exige comunicação eficiente e alinhamento entre as partes, e pode levar algumas reuniões para ocorrer.
  • Pagamento por demanda: novas ideias, funcionalidades e alterações significam novas demandas. Internamente, isso quer dizer mais horas de trabalhos que já são pagas através do salário. Para uma empresa externa, isso significa a contratação de mais horas.
  • Não desenvolvimento do conhecimento de forma interna: a terceira desvantagem pode ser apontada como o fato de que, se você tem a intenção de montar uma equipe interna no futuro, ela não terá adquirido o conhecimento de desenvolvimento, pois este terá permanecido na empresa terceirizada.

 

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