Desenvolvimento para fintechs

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Desenvolvimento para fintechs: como escolher o fornecedor?

Quando o assunto é desenvolvimento para fintechs, é quase impossível dissociar o produto final do produto. Afinal, a ideia de tecnologia está intimamente ligada até ao nome do segmento!

A verdade, no entanto, é que toda fintech funciona sobre um conceito, e não necessariamente sobre a tecnologia empregada para sua concretização. Por isso, a hora de desenvolver a solução pode ser uma dor de cabeça. Há várias formas de chegar à entrega de um MVP ou um produto final, e a escolha acaba sendo confusa.

A Turris é especializada em entrega de sistemas personalizados, e o desenvolvimento para fintechs faz parte do escopo de serviços que executamos. Com base neste know-how, preparamos algumas reflexões para ajudar você a tomar sua decisão. Confira: 

Plataforma pronta ou personalizada?

Para a enorme maioria dos conceitos, já existe algum tipo de solução configurável no mercado que pode ser adaptado em um resultado razoavelmente adequado para a expectativa. Essas plataformas prontas – ou semi-prontas – são uma boa opção para conquistar a maior agilidade em períodos de teste, mas apresentam algumas desvantagens.

A primeira delas é a escalabilidade, que tende a ser reduzida em função da não existência de uma otimização para o uso específico da plataforma que a fintech busca desenvolver. Com o tempo e a escala, os recursos se tornam muito custosos, e a falta de otimização pode pesar no bolso.

Além disso, é possível que a plataforma não permita executar uma adaptação que fique exatamente nos moldes desejados pela fintech, e isso pode colocar em risco a própria ideia do MVP.

Neste sentido, uma plataforma personalizada desde o início costuma receber melhor as inevitáveis transformações que surgirão ao longo do tempo, e pode acabar se tornando até mesmo mais econômica ao longo do tempo.

Desenvolvimento in-house ou terceirizado?

Outra dúvida comum é a decisão entre terceirizar ou desenvolver o software dentro da própria empresa. Neste caso, trata-se de um questão de priorização do foco: geralmente, uma fintech tem uma série de questões burocráticas, administrativas e operacionais que exigem muito mais atenção do que o desenvolvimento em si, e os recursos humanos alocados precisam ser cuidadosamente pensados para evitar lentidão e, ao mesmo tempo, não permitir períodos de ócio.

A forma mais eficiente de alocar estes recursos costuma ser com uma fábrica de software terceirizada, que cobra apenas as horas de desenvolvimento, dispensa um processo seletivo e um treinamento para o desenvolvimento daquele software e, ainda, consegue aumentar ou reduzir a quantidade de pessoas envolvidas no projeto conforme a demanda.

A terceirização personalizada

Outro mito que precisa ser vencido a respeito do desenvolvimento para fintechs é o de que o desenvolvimento terceirizado pode resultar em um software que não esteja totalmente alinhado aos desejos internos da empresa.

Fábricas de software, que prestam o serviço de terceirização do desenvolvimento, possuem metodologias para a compreensão absoluta da demanda, de forma a verdadeiramente mergulharem nos objetivos e intenções do cliente.

Não raras vezes, por exemplo, nosso programadores aqui na Turris conhecem tão profundamente a demanda do cliente, que acabam apontando melhorias e sugestões que otimizam as funcionalidades desejadas pela empresa cliente. 

O mais importante é sempre optar por uma empresa que utilize técnicas reconhecidamente eficientes para ter certeza de que está caminhando exatamente na direção desejada pelo cliente!